[T&S] Fanfic do Dia: Os Livros Sibilinos

Aqui voltamos com as divulgações de fanfic. Além de postarmos um capítulo, ela entra na lista de fanfic do Tributos e Semideuses.

Os Livros Sibilinos é um fanfic da categoria Percy Jackson escrita pelo Lucas Silva, um dos administradores do Tributos e Semideuses.

Sinopse: John Adam tem sangue da Antiguidade na sua família e guarda um segredo: está ali naquele local em uma missão.
Henry Cleese não tem confiança em si mesmo e seu maior medo é falhar com os amigos
Alex Heights nasceu na Califórnia, um lugar perigoso para semideuses gregos e seu passado é meio conturbado.
Todos eles se encontram em um local e partem em busca de um tesouro que todos acreditavam estar perdido desde a Roma Antiga.

Então, aqui vai o capítulo:

Capítulo 1

John acordara em um monte de folhas secas, próximo de um a fogueira. Sua cabeça doía e só lembrava de ter lutado com um cachorro gigante negro e tê-lo feito em pó dourado. Outro detalhe que ele tinha lembrado era sobre seu feitiço de proteção. 
N’dah, ele pensou. Caso ele não tivesse feito aquilo, muito provavelmente amanheceria fatiado.
Que horas são? pensou John. Muito provavelmente eram 6 da manhã. O sol já estava aparecendo e a lua ainda era visível.
Estava em um lugar desconhecido. Sabia que deveria estar ali, para o sucesso de sua missão. Mas caso   aquela fênix em chamas não o guiasse, talvez nunca encontraria aquele lugar.
John queria respostas. Ele não estava acreditando no que via. Achava que eram apenas lendas. E ali estava o motivo da sua missão, a apenas alguns passos depois daquela colina.
John Adam tinha apenas 13 anos, mas como qualquer guerreiro, ele era bastante desconfiado e sabia que teria que ter cautela naquele local, ainda mais se as lendas se confirmassem. Guardou sua espada e, com medo, seguiu em frente. Se ele queria conhecer o lugar, que conhecesse de modo pacífico.
Pelos deuses, o que é aquilo? John sentiu um medo profundo ao ver um dragão dormindo ao redor de um pinheiro, guardando… o que era aquilo? uma toalha de ouro ou um velo dourado?
Queria se aproximar para descobrir mas teve a sensação de que o dragão não estava dormindo completamente. Quando chegou ali, tinha visto apenas um monte de cabos telefônicos ao redor do pinheiro com a toalha de ouro. Agora ele tinha a certeza de que aquele monte de cabos não era inofensivo, não estava dormindo completamente, tinha quase 50 olhos abertos e muito provavelmente, 50 fechados e a pura certeza de que ele cuspiria ou veneno corrosivo ou um fogo de mais 2000 graus. Portanto, o jeito era descer a colina. 
Após passar pelo pinheiro, John sentiu sua pele formigar. Conhecia aquela sensação e sabia que era uma barreira protetora. Sentiu-se em território inimigo, mas ao mesmo tempo sentiu meio que um alívio. Sentiu a mente mais leve e uma nova energia tomou seu corpo.
Esse lugar é maravilhoso. imaginou ele. Como não conseguiram notar isso bem no estreito de Long Island?. E ele estava certo. A grama era incrivelmente verde, os campos de morango contrastavam em um verde escuro das folhas e pontos vermelho-vivo. Um pouco mais longe, haviam chalés magníficos. Um era prateado e ainda brilhava um pouco. Outro era dourado e tinha um brilho meio forte. Ao longe, dois chalés que pareciam estar “casados”. Um era feito de pedra negra e tinha um fogo verde. Ao todo, haviam 20 chalés e eles estavam dispostos em forma de Ômega (Ω), mas essa disposição lembrava outro símbolo, bem mais antigo e milenar, relacionado aos primórdios do mundo.
Erguida em primeiro plano estava uma casa de dois andares. A tinta azul estava meio descascada e John pensou que a casa poderia ser mais bonita há muito tempo atrás.
Ele estava atônito demais. Aquilo era o suficiente para mostrar que os bárbaros não eram tão bárbaros assim. Ele se sentia seguro ali. Era a mesma segurança que sentia no Brooklyn. Naquela casa do Brooklyn.
“O dono desta propriedade deve ser rico demais. Alguém bastante influente no governo.” John pensou alto. Mas de modo inesperado uma voz feminina, doce e suave respondeu-lhe:
– O dono não, meu querido. Não há donos. Apenas o diretor de atividades e seus campistas.
John virou-se e temeu o que viu. Era algo entre uma adolescente de 15 anos e uma planta. Sua pele era meio esverdeada e seus cabelos eram finos e grandes. Ela exalava um delicioso perfume, um aroma de menta. Ele estava acostumado com gatos guerreiros, falcões de 5 metros ou até mesmo esculturas ganhando vida. Mas uma garota bonita, cheirosa e…verde? era algo totalmente novo para ele. 
– Quem…. quem é você? O QUE É VOCÊ? – disse Jonh tremendo. Quis pegar sua espada e se preparar para a resposta.
– Eu? eu sou uma ninfa. Ninfa da menta. Eu sou Minthê.
O garoto estava tão nervoso que fraquejou e sentiu o mundo a sua volta ficar negro. John desmaiara bem em frente a Minthê.

Quem quiser continuar acompanhando, clique AQUI.

Que os deuses estejam sempre ao seu favor!

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