[Tributos] Lionsgate libera o site de Hunger Games: Catching Fire

A Lionsgate divulgou o site oficial de Hunger Games 2: Catching Fire.

O site fica carregando por um tempinho e logo em seguida aparece o tordo em chamas (que, por sinal, ficou muito bom). Logo em seguida aparecem dois links, um redireciona aos teasers já lançados e outro leva ao site de Jogos Vorazes.

Infelizmente, ainda não há muita coisa e o que tem já não é novidade, mas vale a pena conferir, principalmente pelo tordo.

“Every revolution begins with a spark”
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[T&S] Res. de Cinema | Pânico 2 (Scream 2)

Pânico 2

Resenha Cinematográfica

Esse mês terá a completa franquia “Scream” resenhada.
Por mais de brincar mais do que deveria com os perigos de fazer uma sequência, Wes Craven não desaponta e desenvolve sua sequência dignamente, novamente contando com Kevin Williamson no roteiro.
E Craven teve muito trabalho, fazendo de sua sequência, um filme quase tão digno que o original.
No longa que sucede o blockbuster Pânico, Sidney (Neve Campbell) agora na faculdade, tenta recomeçar sua vida e esquecer seu passado, mas o acaso não permite quando um novo assassino, inspirado no original de Woodsbroo, surge na nova vida de Sidney. E para sobreviver a nova carnificina, ela novamente irá contar com Gale Weathers (Courtney Cox), agora um repórter sucedida, Dwight Riley (David Arquette), também sucedido como policial.
Com medo da história cair na mesmice, o roteirista fez da mesmice a história, transformando os eventos do primeiro filme em uma espécie de fórmula macabramente genial.
E em meio aos gritos é que Campbell prova que não é uma estrela teen qualquer e mantém o seu nível de atuação por todo o filme. Mesma situação de Courtney Cox, que destrói sua imagem de amigável vizinha da sitcom “Friends” e retorna no papel de Gale, mais vadia e determinada do que nunca.
Com muito mais sangue, dor e efeitos, Scream 2 não é uma trama forçada. Corre naturalmente e a revelação do assassino, durante o clímax final, é como uma real “esfaqueada” nas costas, de tão surpreendente. E como Randy (Jamie Kennedy) disse: “The past will always come back to byte you in the ass” (O passado sempre irá retornar para te assombrar), são os assassinos: uma completa reflexão dos acontecimentos do filme original, mas a sequência consegue ser indepedente, e tem suas própria lacunas, não precisando do primeiro filme como base.
Por mais que Craven e Williamson não se superem, eles fazem um bom trabalho mantendo o nível, e brincando sobre decair na sequência.
Scream 2
1997 | EUA – 120 min
Crime, Mistério, Thriller

Dirigido por Wes Craven
Estrelado por Neve Campbell, Courteney Cox, David Arquette.

Qualificação final:
08.2 de 10.0
Resenha escrita por
Will

[T&S] Res. de Cinema | Pânico (Scream)

Pânico

Resenha Cinematográfica

Esse mês terá a completa franquia “Scream” resenhada.
Scream não mudou a forma de gravação, não criou um diretor e muito menos um elenco. Ao contrário; foi um filme com um bom diretor de suspenses, um elenco relativamente conhecido, e jogou seguro. Talvez fora isso que o fez tão marcante.
No longa, um assassino surge na pequena cidade de Woodsbroo matando brutalmente dois jovens, fazendo Sidney (Neve Campbell) pensar se estas novas mortes tem uma conexão com a morte de sua mãe, que completa um ano. Sidney irá contar com Dewey e Gale (David Arquette e Courtney Cox) para fugir e se salvar deste serial killer que tem os filmes como inspiração e segue regras nada ortodoxas.
Com uma trama tão clichê, é surpreendente que o novato Kevin Wiliamson conseguiu ser original, mas chega a ser uma fácil tarefa quando você conta com Wes Craven, o cara que trouxe Freddy Krueger pela primeira vez na telona, na cadeira de diretor e um elenco que tem atores aclamados fazendo aparições e outros saindo da sua área de conforto.
Um slash que usou e abusou dos efeitos visuais da época fazendo um filme barato – com sangue de xarope de milho -, mas de muita qualidade.
Craven, com Williamson, renasceu o gênero, que jazia em seu túmulo, tendo os sustos e gritos somente na memória, relembrando os dias que já passaram. O terror estava em seus trapos mais rasgados, e esse filme, tendo os clássicos filmes de terror/horror como motivo para o assassino, em um jogo mortal de perguntas, trouxe o gênero de volta a vida e inspirou vária franquias e paródias.
Recheado de referências, o filme tem suas piadinha e alívios cômicos, mas que não estragam o filme e somente o deixam balançados.
O longa satiriza outros filmes do gênero e cria uma base muito interessante sobre quem pode e não pode morrer durante o desenrolar e deixa algo bem claro: todos são suspeitos.
E quanto a força que Sidney deve ter achado durante o clímax, deve ter sido adrenalina. Mas nada irá ser tão surpreendente quanto a revelação do vilão, que bota muitas mudanças de clímax no chinelo.
Scream
1996 | EUA – 111 min
Crime, Mistério, Thriller

Dirigido por Wes Craven
Estrelado por Neve Campbell, Courteney Cox, David Arquette.

Qualificação final:
08.7 de 10.0
Resenha escrita por
Will

[Tributos] Happy Birthday Effie!

Falou em The Hunger Games e lembram logo dela. Não, não estou falando de Jennifer Lawrence (Katniss) ou Willow Shields (Prim). Estou falando de outra pessoa. Ontem foi dia dez de fevereiro e sabem quem fez aniversário nesta data? sim, Elizabeth Banks, nossa Effie Trinket.

Elizabeth Banks (inicialmente Elizabeth Irene Mitchell) nasceu em 10 de fevereiro de 1974 na cidade de Pittsfield, no estado norte-americano de Massachussets. Ficou conhecida a partir da década de 2000.  Seus papéis de maior destaque foram os dos filmes Spider-man, The 40-Year-Old Virgin, W., Zack and Miri Make a Porno, Role Models e (obviamente) The Hunger Games.

Passem no twitter dela e deixem uma mensagem de feliz aniversário (@ElizabethBanks).

Fiquem com os deuses e que a sorte esteja sempre ao seu favor.

[Semideuses] Troia existiu ou não?

Quem nunca ouviu alguém mencionar o nome Troia nem mesmo no nome daquele vírus tecnológico? Vocês que acreditam que essa cidade realmente existiu têm o total apoio tanto de mim quanto de muitos historiadores.

parte das muralhas de Troia

Sim, a lendária Troia de Páris, de Helena, de Aquiles e da Guerra existiu. Vamos retomar a lenda:

“Páris de Troia tinha em suas mãos uma maçã que continha a inscrição ‘à mais bela’ e por ela disputavam Atena, Hera e Afrodite (que, obviamente, esta última ganhou). Afrodite prometera a Páris a mulher mais bela do mundo: Helena de Esparta. Quando eles se encontram, Páris a levou consigo para Troia, gerando toda aquela guerra.”

Troia foi destruída e suas ruínas incendiadas.

Helena de Esparta voltara ao seu antigo lar, à corte de Menelau. Três cidades foram construídas acima das ruínas da cidade. Atualmente, a área é conhecida como Hissarlik (o Lugar da Fortaleza).

Então talvez você tenha se perguntado: “Troia existiu mesmo? Uau. Quem descobriu? Que ano? Onde fica Hissarlik?” e para te responder, o descobridor de Troia foi um arqueólogo AMADOR chamado Heinrich Schliemann (o mesmo que descobriu a suposta máscara de ouro de Agamemnon) em 1871, na Turquia.
(Portanto, se caso alguém disser “você gostaria de conhecer Troia? Hm, posso te levar à Turquia” não acredite. Pode ser armadilha da Lívia -q).

Máscara de Agamemnon

Depois dessas curiosidades, fiquem com os deuses e que a sorte esteja sempre ao seu favor.

[Semideuses] Fogo grego? Sério?

Lembram do Rick mencionar na maioria dos livros dele sobre o fogo grego? Pois é, acreditem: ele já existiu. Então, você se pergunta: “como assim? achei que fosse só invenção do Rick”, mas saiba que é verdade.

De acordo com algumas histórias, mosaicos e até mesmo iluminuras em manuscritos há a presença do uso do fogo grego em Bizâncio (Constantinopla no Império Romano do Oriente, atual Istambul, Turquia) contra frotas navais árabes. Alguns textos contam que os muçulmanos foram derrotados várias vezes pelos bizantinos pelo fato de que o fogo grego queimava até mesmo dentro da água e consumia tudo rapidamente.

Várias vezes foram investidas tentativas de conquistar Constantinopla e todas elas fracassaram até que os muçulmanos conseguiram uma última carta: a pólvora.

“Os bizantinos, do império, combatiam lançando o líquido inflamado sobre os navios inimigos, usando pressão. Alguma coisa semelhante a um lança-chamas. Os turcos tiveram muita dificuldade em tomar Constantinopla em face do uso do fogo grego, mas na sétima tentativa a cidade caiu. Os turcos venceram em Constantinopla porque eram mais evoluídos tecnologicamente: usaram uma arma mais poderosa do que o fogo grego: a pólvora. (…)”.

O segredo era tão bem guardado que só era conhecido pela família real e alguns generais e tinha a coloração verde devido a presença de cobre na ponta de uma espécie de mangueira, utilizada para direcionar o líquido.

Acredita-se que para apagar o fogo grego era necessário alguns “extintores” bastante incomuns: vinagre, areia ou até mesmo urina.

E vem aquela pergunta: “ainda pode ser feito o fogo grego?” e a resposta é não. ):

Logo após a conquista de Constantinopla, a receita do fogo grego foi destruída para que não caísse em mãos erradas. Mas há alguns especialistas de hoje que defendem que tenha sido feito a partir de cal viva (óxido de cálcio, CaO), petróleo, nafta, enxofre e salitre, entre outras substâncias.


Depois dessas curiosidades, fiquem com os deuses e que a sorte esteja sempre ao seu favor.
Fonte da imagem: wikipédia

[T&S] Happy Bday ~KatMIss!!!

Hoje nossa ADM Millena Cibelle, a ~KatMIss da nossa page está completando 15 aninhos de idade!

Millena entrou na nossa page sem concurso e hoje é uma das ADMs preferidas da nossa página do facebook. Filha de Hades e tributo do Distrito 13.

NOSSA EQUIPE TODA DESEJA MUITAS FELICIDADES E ANOS DE VIDA! QUE OS DEUSES ESTEJAM SEMPRE AO SEU FAVOR!

Você pode desejar os parabéns a ela nos comentários ou na nossa página do Facebook!

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